O fracasso do socialismo real é culpa dos líderes que conseguiram convencer proletários e campesinos de suas “boas” intensões para depois jogá-los no inferno das prisões arbitrárias, dos campos de trabalhos forçados ou nas covas coletivas depois de mortos.
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Marxismo: o ópio dos Intelectoides Latinoamericanos

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Marca: TrampolimDisponibilidade: Disponível em 30 dias úteis Referência: Jorge Bessa


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A queda do Muro de Berlim e a dissolução da União Soviética foram eventos marcantes que puseram fim a um período de graves experiências sociais e econômicas que marcaram indelevelmente a história do século XX. De um momento para o outro pareciam ruir as crenças e os sonho de milhões de pessoas no mundo que acreditaram que a chamada utopia comunista redimiria a história e realizaria, sem o concurso de nenhuma religião, a implantação do “reino de Deus” sobre a Terra. Nobres sentimentos; utópicos, como dizem os pensadores, mas poucos realísticos, haja vista que a evolução ética e moral do homem não pode ser obtida por revoluções armadas, decretos imperiais, ou ela simples substituição do Deus judaico-cristão pelo novo deus Karl Marx.

O fracasso do socialismo real que prometia, através de utópicas revoluções a manu militari, destruir o velho mundo corrompido e construir um novo paraíso terrestre, para que nele habitasse o novo homem – o Homus Soviéticos – deixou essa nova criatura que era produto do brilho intelectual do homem terrestre como o velho Adão no Paraíso: nu e tendo que enfrentar todas as dificuldades da Terra. A diferença é que nessa nova Gênese, a culpa pelos pecados não era do novo Adão, mas sim dos seus criadores, os líderes comunistas que conseguiram convencer proletários e campesinos de suas “boas” intensões para depois jogá-los no inferno das prisões arbitrárias, dos campos de trabalhos forçados ou nas covas coletivas depois de assassinados.

422 páginas, formato 14x21cm, ano 2019.

 

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